Não sou melhor que ninguém — e nunca quis ser. Cada passo que dei veio de uma história feita de lutas, lágrimas e sorrisos. A vida é isso: um amontoado de quedas e renascimentos, de dores que moldam e alegrias que curam.
Já caminhei lado a lado com a morte, olhei nos olhos dela e voltei com mais sede de viver. Foi ali, no limite entre o fim e o recomeço, que encontrei Exu e Pombagira — forças que me mostraram que o caos também é caminho, que o inferno pode ser escola e que as encruzilhadas são portais para a própria alma.
Os reveses da vida me ensinaram mais do que qualquer vitória. As mesmas pessoas que me julgaram ontem, hoje pagam para me abraçar. E eu? Aprendi que tudo é cíclico. Tudo é nada, e o resto é apenas resto. Cada um carrega suas feridas, cada qual com suas cicatrizes, e cada caldeira tem seus próprios diabos.
A vida segue nesse eterno girar — até o dia em que fecharmos definitivamente os olhos e partirmos para outros rumos. Até lá, sigo me valorizando por tudo o que vivi, por tudo o que enfrentei, por tudo o que sou.
Sou Danilo Coppini. Amado e odiado na mesma proporção, não estendo mais a mão para quem não quero, não finjo ser o que não sou, não falo em nome de ninguém, represento apenas minha eterna busca. Nunca mais meu sorriso será desperdiçado com quem não merece e tampouco, minhas noites de sono. Não temo mais a morte, pois renasci nela. Quer me destruir? Não passe vontade! Faça com força e fé porque jamais mudarei para agradar e sim para me refinar. F@da-a& a falsa moral.
Comentários 0
Ainda não ha comentários. Seja o primeiro a comentar.