Vamos clarear a Quimbanda?
É um trabalho difícil, pois eventualmente pegarão o que você escreveu e deturparão conforme suas visões pessoais. Hoje falaremos resumidamente sobre um Exu pouco falado, mal compreendido e essencial na vida da verdadeira Quimbanda: Exu Matança.
A principio sua imagem é assustadora, por que está sorvendo o sangue de um galo preto, mas essa imagem é proposital, porque ela nos lembra de que sem a proteção e a bênção dele nos cortes (sacrifícios), caso a porteira encontre um ataque muito incisivo de hordas de espíritos anárquicos que desejam o sangue que escorre pelo obé, se deparara com a presença do Mestre Matança tornando-se impossível o êxito, pois ele imediatamente ergue uma legião de 77 matadores sangrentos que garantirão o destino perfeito do sacrifício. Assim, não existe espaço para vampirizadores desejarem o sumo sagrado. Além disso, ele protege a mão que segura a faca ritualística para que os pensamentos do (a) portador (a) estejam clareados e focados. Depois de certa intimidade com esse Exu, podemos pedir sua proteção para todos os tipos de sacrifícios, mesmo aqueles que não contenham a morte de um animal. O oferecimento de carnes cruas, ossos, pós contendo animais peçonhentos, enfim, é uma arma espiritual incrível.
Alguns alegam que para ser um legitimo, Exu Matança em vida esse espírito praticou homicídios justos, usando a premissa: olho-por-olho – dente-por-dente”, assim, com as mãos vermelhas e abençoadas pela própria Senhora da Morte, firmarmos sua vela negra e apresentamos o obé (faca ritualísticas) para esse Exu como ato devocional e respeitoso. A história dele sempre é mais agressiva que as nossas – por piores que sejam. Tudo que possa ser transformado em uma ferramenta letal o agrada, assim, torna-se ampla as formas de defesa. Exu excelente para compor uma porteira ou até mesmo ser zelado apenas para abençoar templos que praticam muitos trabalhos. Corrente 49 – sempre pelas sombras
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