Cada um usa a arma que possui para vencer este mundo. Salomé dança. Mammon acumula ouro. Sedução ou riqueza, caminhos diferentes, mesmo objetivo, vitória. Somos adaptáveis. Erramos e tentamos corrigir. Se não for possível, não nos punimos, aprendemos. Há um momento em que precisamos olhar para dentro com concentração e reconhecer nossas falhas sem máscaras. Muitas vezes nos doamos demais por sonhos passageiros, outras vezes escondemos nossas sombras por medo das consequências. No entanto, reagir nem sempre significa confronto direto; às vezes significa não colaborar, agir de forma estratégica e silenciosa.
Vivemos em um oceano de hipocrisias que deseja nossa cabeça baixa. Em certas ocasiões, abaixar é proteção. Protege o queixo e prepara o contragolpe. A chama está sempre acima da cabeça, o que indica que nada deve ser feito por impulso, tudo precisa ser calculado. É possível assumir um papel contundente utilizando aquilo que se possui, mesmo que ainda não se reconheça plenamente, e alcançar poder quando se está devidamente iluminado pela consciência. Ao final, os maiores inimigos habitam dentro de nós; são as faces internas de nossa própria destruição. Dominar essas forças é o que define a verdadeira vitória.
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